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Amor, Sexo e Erotismo

Amor, Sexo e Erotismo

Ensina-me...a noite toda...

24.03.20 | Inês

Ele enrolou um charro e ela, não estando habituada a fumar, sentiu um arrepio a subir-lhe pelo corpo que a deixou com a cabeça a andar à roda.

E então, é assim tão mau?Precisas de relaxar miuda. 

Não sei. Sei que , neste momento, é isto que me apetece. Uma noite de excessos. Preciso de...

Sabes o que é que tu precisas mesmo?

Não... diz lá...

Precisas que alguém te despenteie!!! 

Não me faças rir. 

A sério... acho mesmo... 

Então e , já que sabes tudo, diz lá qual é a melhor forma ?

Eu dizia-te mas não sou bom com palavras... Posso mostrar? 

Ele virou-a de costas para si e com uma mão no seu ventre e outra na nuca levantou-lhe alguns fios de cabelo mais claros... aproximou a boca da sua pele morena e mordiscou-a até à orelha deixando-a arrepiada. Ela ia mordendo os lábios e colocou a mão por cima da mão dele, levou-o a conhecer o seu corpo, descendo pelo seu ventre, deslizando por entre as coxas até lhe tocar nas cuecas de renda preta que trazia vestidas. Os dedos atrevidos dele desviaram a renda e ao tocarem nos lábios quentes e húmidos dela fizeram-na soltar um pequeno gemido... Continuava a beijar-lhe o pescoço e a sentir a fragância intensa do seu perfume misturada com a da sua pele até que lhe sussurra ao ouvido : "vou agarrar-te como nunca ninguém te agarrou, despentear-te e foder-te como nunca te foderam e não te vais esquecer..."  

Ela voltou-se para ele e beijou-o intensamente na boca , onde as suas línguas se encontraram e  dançaram ao ritmo do calor que sentiam no corpo. Ele desapertou-lhe o soutien e passou as suas mãos nos seios dela e disse-lhe : "mereces ser beijada todos os dias miuda."  

Sou tua, só tua... faz o que quiseres de mim... entrego-te o meu corpo...

Faz-me esquecer, faz-me perder o controlo todo. Faz-me não pensar!Agarra-me e ensina-me a foder-te! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em ponto rebuçado

10.03.20 | Inês

.... Gostava de observar, atentamente, cada detalhe do seu corpo, o seu cabelo longo e escuro, os seus olhos brilhantes, os seus lábios desenhados e vermelhos, as covinhas que fazia no rosto quando sorria para mim. Tudo nela, despertava em mim um desejo inexplicável de a fazer minha...

Os seus cabelos longos escondiam os seus seios e um fio com uma borboleta, à volta da cintura, ligeiramente abaixo do umbigo, despertou a atenção dele. Aquela borboleta estrategicamente colocada acima da anca , do lado esquerdo, fazia-o sentir vontade de interagir com ela.

Inês, fitou-o com o seu olhar atrevido e colocou-lhe uma fita preta nos olhos. Pediu-lhe que esperasse um bocadinho por ela. Gostava de o surpreender e de lhe estimular os sentidos. Agradava-lhe a ideia de o manter curioso… Queria saber como seria se não se pudessem ver e se o único toque permitido fossem os lábios, a língua e os dentes de ambos.

Também ela escondeu os seus olhos e, sem ele saber, colocou um cubo de gelo na sua boca. Os dois ficaram frente a frente e com as pernas ligeiramente abertas e dobradas pelos joelhos. Assim se iniciou uma procura incessante pela boca um do outro, conseguiam ouvir a respiração e sentir o cheiro dos seus corpos ligeiramente aquecidos. O cubo de gelo que tinha na boca começara a derreter e ao chegar perto do pescoço dele, deixou que a sua saliva, juntamente com a água que inundava a sua boca, caísse pelo seu pescoço.

Ele inclinou a sua cabeça para trás e, arrepiado, pedia-lhe que continuasse.

Adorava saber o efeito que tinha sobre ele e deixá-lo molhado era algo que mexia com os sentidos dela. Imaginava a água a escorrer-lhe pelo peito em direção à barriga e a sua pele a suar de desejo…Ela tinha de seguir o percurso de cada gota de suor e saliva misturada com a água gelada.

Não se conteve e com os lábios colados nos seus mamilos, beijava-o, mordiscava-o, a pouco e pouco, fazendo-o soltar um pequeno gemido. Encostou a sua orelha no peito dele e sentiu a subida do ritmo cardíaco. Estava fora de si. A sua boca procurava-a e, quando ela se aproxima novamente do pescoço dele, os seus lábios encontram-se e as suas línguas iniciam um jogo prazeroso demais para parar. Não queriam parar. E as regras do jogo foram levadas pelo desejo que os consumia.

Tiraram as máscaras e as mãos dele deslizaram pelos mamilos endurecidos de Inês e pelo seu ventre enquanto se beijavam incessantemente. Agarrou-a pelas nádegas e puxou-a para si, fazendo-a descer pelo seu membro duro e inchado. Abriu ligeiramente a boca e deixou-se cair em cima dele, os seus olhos grandes pareciam agora mais pequeninos e ele, doido por ela, sussurra-lhe ao ouvido: "Estás tão molhada!És minha, Inês. Quero-te! Não pares, por favor."

Inês olhou nos seus olhos e respondeu com um "Shiuuu, não digas nada, sou tua."

excitação que ambos sentiam levou-os a sentir espasmos musculares nos pés, na cara, nas mãos. O clítoris começara a tornar-se extremamente sensível ao toque dos dedos dele, os seios aumentavam de tamanho e ele adorava metê-los na sua boca quente.

A vontade de atingir o clímax era grande mas ambos queriam prolongar o momento, o máximo que podiam, seria só por uma noite? Estavam a viver o momento como se fosse o último e a vibrar na mesma frequência.  Não conseguiam prolongar muito mais...

Inês olhou-o bem profundamente e disse-lhe: "Amor...estou...quase...vens-te comigo?" Ele agarrou-a com mais força, fazendo-a subir e descer por ele até que o momento desejado chegou, para os dois, ao mesmo tempo!

Com os corpos colados, Inês permaneceu no seu colo, abraçada a ele, e ele sem se mexer sorriu e disse-lhe : "Ainda te quero..." 

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Isto não está a acontecer

05.03.20 | Inês

Não. Isto não está a acontecer. Pára. Pára de me adivinhar as palavras. Pára de me fazer sorrir. Pára! Eu só queria passar bons momentos contigo. Desculpa. Nada mais do que isso. Contigo e com tantas outras miudas que me mantinham distraído daquela que em tempos foi especial para mim. Agora estou perdido. Estou literalmente f*dido comigo. M*rda!Acho que gosto de ti miuda. Gosto e não te mereço. Desculpa. Será que ... podemos começar de novo? 

Não.Diverte-te e aproveita. Vou fazer o mesmo mas ao contrário de ti eu não vou usar ninguém. Podias ter-me avisado. Tinhamos brincado os dois. Também o sei fazer e tinha sido um jogo mais interessante. 

Virou-lhe as costas e bateu a porta. Dirigiu-se ao carro e debruçou-se sobre o volante que rapidamente ficou encharcado. As lágrimas caíam-lhe e todo o seu corpo tremia. Tinha um aperto no peito. Uma dor insuportável e uma agonia que não sabia explicar. Só queria sair dali. 

Ele permanceu imóvel no sofá enquanto as memórias lhe invadiam a mente. Aquela miuda era, afinal, especial. Mais do que havia imaginado. Recordou os momentos em que os seus corpos, unidos, se entregavam por completo. Brincavam com os lábios um do outro e sempre com um sorriso e um olhar , meio provocador, meio inocente. Ela adorava provocá-lo. Recordou as suas unhas a descer-lhe pelas costas e o que sentiu nesses momentos.  Fechou os olhos. Voltou a sentir tudo de novo. O corpo a tremer, o corpo quente e sedento daquela miuda que o deixava tão excitado, descontrolado, fora de si. Adorava olhar para ela enquanto ela o beijava no peito e ia percorrendo o seu corpo com a sua língua molhada.Ela, provocava-o. Sabia como o fazer. O seu olhar profundo revelavam tudo o que ela estava a sentir. O seu olhar despia-o. Ele mordia os lábios e passava as suas mãos por cima da blusa branca e ele lentamente tentava abri-la mas como sempre arrancava sempre um botão. Os dois conseguiam rir da situação juntos e isso só aumentava ainda mais a vontade que tinham de se fundirem um no outro. Já despidos, agarrou nela e deitou-a sobre a cama. Sussurando-lhe palavras ao ouvido e introduzindo o seu membro dentro dela, lentamente, olhava para ela e ficava ainda mais excitado quando a via abrir a boca e ela deixava cair alguma saliva que se misturava com a sua pele. Cravava as unhas nas suas costas, mordia-o no pescoço e assim tatuava o seu corpo. Os movimentos que ele fazia dentro dela, para a frente e para trás intensificavam-se e ela não continha os espasmos que sentia...eram ondas de prazer que lhe percorriam todo o corpo. Uma explosão de prazer invadia-lhe o corpo e atingiu o seu ponto mais alto fazendo-a gemer de prazer. Ele, sentindo todo esse prazer e ouvindo os seus gemidos, ejacula dentro dela e com o corpo a tremer olha para ela e abraça-a dizendo que a ama...

Abre os olhos, e excitado percebe que não passam de lembranças.. lembranças que jamais irá esquecer. Pega no tlm, envia-lhe uma mensagem : "só queria dizer que gosto muito de ti...preciso de estar contigo."

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Não há coincidências

02.03.20 | Inês

O que fazes aqui?

Provavelmente o mesmo que tu.

Mas…Incomoda-te a minha presença?

Não. Claro que não.

Continuas linda sabias?

Desculpa mas vou andando, tenho muitas coisas a tratar hoje.

Espera!

Há tanto tempo que não sei nada de ti, gostava de estar mais um bocadinho contigo… O que tens feito? E o C como está? Continuam juntos?

Não. Já não estamos juntos.

A sério? Então? Vocês sempre foram doidos um pelo outro…

Pois. Fomos doidos um pelo outro disseste bem. Já não somos.

E tu? Namorada nova?

Sabes bem que sempre tive olhos apenas para uma mulher e continua a ser assim.

Sei? Então mas com tantas mulheres que vão passando na tua vida como podes dizer isso?

Sabes…eu tento, a sério que tento, mas só há uma que mexe mesmo comigo. Cheguei a pensar que também poderia ter algum efeito sobre ela mas a verdade é que já estava ocupada e nunca me deu qualquer hipótese. Sou mesmo um totó não sou?

Totó porquê? Por amares alguém? Não. És totó por nunca lho teres dito.

Teria feito diferença?

Bem, tenho mesmo de ir desculpa.

Estás de carro?

Não. Estou sem carro hoje. 

Anda miúda, eu levo-te a casa!

Inês entrou no carro, colocou o cinto e sorriu. Pedro colocou uma música que ambos gostavam e foi-lhe contando detalhes da sua vida dos últimos meses. Pelas gargalhadas dos dois ninguém diria que estiveram tanto tempo longe um do outro. A conversa fluía tão bem que quando chegaram ao destino continuaram a conversar e nenhum dos dois tinha vontade de se ir embora. Inês tomou a iniciativa de se despedir dele com um beijo no rosto.

Ups… acho que acabei de te tatuar uns lábios vermelhos no rosto. Deixa ver se consigo tirar…

E nisto, Pedro coloca a mão na perna de Inês e aproxima a sua boca dos seus lábios carnudos e vermelhos. Ficam assim, olhos nos olhos, perdidos um no outro até que os seus lábios se tocam e Pedro faz deslizar a sua mão pela parte interior das suas coxas, levantando-lhe assim o vestido preto que ela trazia vestido… Com a outra mão na sua nuca e cabelos puxava-a para si e numa explosão de emoções sussurra-lhe ao ouvido o quanto é doido por ela. Inês tira-lhe a camisa e com os dentes segura-lhe a gravata, e ele completamente doido por estar dentro dela fez descer-lhe o vestido caindo pelos ombros e, deixando os seus seios à sua mercê, agarrou-os sem hesitações e passando os dedos na boca dela, molhou-os, e contornou-lhe o corpo com a ponta dos dedos enquanto ela lhe mordia o pescoço e lhe dizia que queria para casa com ele. Ele aperta-lhe o vestido, veste a camisa, fecha o carro. Pega nela ao colo e continuam com as bocas fundidas uma na outra até entrar em casa. Bateu a porta e, com ela ao colo, levou-a até ao quarto, despiu-a, virou-a de costas para si, agarrou-lhe os cabelos longos e entrou dentro dela fazendo-a gemer com ele, aproveitando cada fração de tempo que o universo lhes teria concedido.