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Amor, Sexo e Erotismo

Amor, Sexo e Erotismo

Sozinha contigo

03.04.20 | Inês

Subi até ao último andar e fui distraída por um barulho, uma janela aberta que batia continuamente e uma melodia que me despertou curiosidade. Tinha de descobrir de onde vinha aquela melodia. O vento quente fazia oscilar o meu cabelo e trazia-me uma sensação familiar de arrepio na espinha que me levava a pensar que não estaria ali sozinha.

Persegui o som como se de algo palpável se tratasse e um envelope fechado veio ao meu encontro. Fiquei , por breves instantes, inquieta com a sua chegada. Sentei-me nas escadas, abri o envelope e vi que tinha uma folha de papel queimada nas bordas e uma letra bem desenhada, possivelmente teria sido escrita com aquelas canetas de bico de pena, pelo menos era assim que imaginava. Li, em voz alta, a carta que dizia: 

"Sabes que estou aqui, só tens de me encontrar. Segue as pistas que te deixei até encontrares uma porta que se irá abrir para ti assim que lhe encostares a tua mão. Até já..."

Levantei-me e fui seguindo um caminho pétalas de rosas vermelhas até encontrar a tal porta que, assim que lhe encostei as mãos, me deu acesso a um terraço com vistas sobre a cidade... 

Olhei em volta e não encontrei ninguém, fiquei intrigada com a situação e até acusava um certo nervosimo.

Vi que existia mais uma porta e que a melodia vinha dali. 

Entregue à escuridão e ao desconhecido senti a respiração de alguém muito próximo do meu ouvido e uma mão que me desviou o cabelo e me beijou a nuca.Todo aquele ambiente e aqueles lábios quentes a tocarem-me a pele despertou em mim um arrepio que percorreu o meu corpo todo e um calor repentino entre as pernas que me fez voltar-me e tocar-lhe por cima do fecho das suas calças , onde o volume do seu membro se fazia sentir... e de que maneira...

Desapertei-lhe o botão e fiz descer o fecho das suas calças ao mesmo tempo que ele me levantava o vestido de cetim azul e me encostou à parede de forma inesperada e até bruta. Deslizou as mãos pelas minhas coxas e despiu-me as meias de liga pretas. Fiquei apenas de roupa interior e ele também. Coloquei-me de joelhos e com a boca fiz descer os seus boxers pretos. Passei a língua no sexo dele e recebi-o na minha boca. Já molhado, agarrei-o e colocando-o entre os meus seios duros fi-lo deslizar por eles. 

Sentia o corpo dele tremer por antecipação e isso excitava-me. Adorava senti-lo assim...

Ele agarrou-me o cabelo de forma a fazer-me um rabo de cavalo , deixando assim o meu pescoço exposto e diz-me "Inês deixas-me tolo". Ligou um abajur e agarrou-me pelas nádegas, atirou-me para cima de uma cama deixando o seu corpo cair sobre mim. Beijou-me como nunca me tinham beijado, abriu-me as pernas, deixou cair saliva por cima do meu sexo e com dois dedos penetrou-me ali mesmo. 

Quero-te... disse-lhe.

Quero-te dentro de mim agora. 

Ele sorria e olhava-me com a provocação que tanto gosto. Sabia o que estava a fazer e como o fazer. 

Pegou numas algemas, prendeu-me as mãos e os pés à cama e eu fiquei ali deitada e com a respiração acelerada, a desejá-lo de uma maneira que a única coisa que lhe consegui dizer foi: 

"Possui-me" 

E ele, colocando o seu membro dentro de mim ,diz-me: 

1- abre a boca

2-agora recebe a minha saliva

3- suga -me a lingua

4- morde-a

5- lambe-me o pescoço

6- respira no meu ouvido

7-  diz-me que me queres

8- não ouvi , diz mais alto

9- morde a almofada

10- grita comigo agora. Não assim não. Quero ouvir-te bem alto. Vem. Vem-te comigo meu amor. Dá-me esse orgasmo todo. 

 

 

 

 

 

 

2 comentários

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    Inês

    05.04.20

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